Thursday, July 05, 2007

UMA SENHORA TAMBÉM SE SOLTA!

Que fazer quando num momento de aperto e quase desespero abdominal, soltamos um delicado e supostamente benigno pum na solidão do nosso escritório e o traidor, maldosamente, transforma-se em algo muito perto da classificação internacional de arma química, de carácter praticamente letal, e enquanto lutamos, com a dignidade possível, para respirar e nos dirigimos à janela que – constatamos – não dá para abrir porque na véspera instalaram as grades, mal, diga-se, e os vidrinhos da basculante não se movem, mas mesmo assim permitem observar que sorrindo bem dispostos, 3 dos membros do grupo se iria reunir connosco dali a 15 minutos – dali a 15 minutos, repito, 15 minutos – se dirigem com a inocência que caracteriza as vítimas de grandes catástrofes, ao nosso edifício, estando a 35 segundos de nos entrarem pela porta, onde definitivamente os espera alguém com um sorriso muito muito amarelo…
Estranhamente, tudo isto se passa em câmara lenta.

É lógico que isto não me aconteceu a mim, claro. Foi a uma amiga minha…

5 Comments:

Anonymous Suzanne said...

Humor corrosivo e pungente!!! L:) *:) $:) =:) :o)

7/07/2007 3:09 pm  
Anonymous Sil said...

cheira-me a esturro...

7/08/2007 1:46 pm  
Blogger mãe da Alice said...

poderosa!
- a tua amiga..
hihihi

7/08/2007 3:12 pm  
Anonymous maria said...

Que saudades de ler aqui.

7/08/2007 11:49 pm  
Blogger Eva Lima said...

Já tinha saudades das tuas (perdão, da tua amiga) aventuras.

7/10/2007 6:29 pm  

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